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<channel><title><![CDATA[Ana Sofia Rodrigues&reg; - Reflex&otilde;es - Sa&uacute;de e Desenvolvimento Pessoal]]></title><link><![CDATA[https://www.anasofiarodrigues.com/reflexotildees---sauacutede-e-desenvolvimento-pessoal]]></link><description><![CDATA[Reflex&otilde;es - Sa&uacute;de e Desenvolvimento Pessoal]]></description><pubDate>Thu, 16 Jul 2026 15:12:29 +0100</pubDate><generator>Weebly</generator><item><title><![CDATA[A dor e o amor andam de mãos dadas...]]></title><link><![CDATA[https://www.anasofiarodrigues.com/reflexotildees---sauacutede-e-desenvolvimento-pessoal/a-dor-e-o-amor-andam-de-maos-dadas]]></link><comments><![CDATA[https://www.anasofiarodrigues.com/reflexotildees---sauacutede-e-desenvolvimento-pessoal/a-dor-e-o-amor-andam-de-maos-dadas#comments]]></comments><pubDate>Sun, 10 Aug 2025 19:01:16 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.anasofiarodrigues.com/reflexotildees---sauacutede-e-desenvolvimento-pessoal/a-dor-e-o-amor-andam-de-maos-dadas</guid><description><![CDATA[       Confiss&atilde;o: estou a passar por muito. (...na verdade, sim, bem sei; estamos todos. O mundo est&aacute; em mudan&ccedil;a e os desafios s&atilde;o mais que muitos.)No meu caso, nos &uacute;ltimos dois a tr&ecirc;s anos, passei pela conhecida "noite escura da alma", tive in&uacute;meros desafios familiares, tomei das decis&otilde;es mais dif&iacute;ceis da minha vida, sa&iacute; do papel de "m&atilde;e da m&atilde;e" na pior altura poss&iacute;vel...&nbsp;E no meio de tudo isto fui ma [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.anasofiarodrigues.com/uploads/7/4/3/6/74364639/published/320dd295-06d2-43ff-a826-44285ab267cc.png?1754855758" alt="Fotografia" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph"><font color="#3f3f3f">Confiss&atilde;o: estou a passar por muito. (...na verdade, sim, bem sei; estamos todos. O mundo est&aacute; em mudan&ccedil;a e os desafios s&atilde;o mais que muitos.)<br /><br />No meu caso, nos &uacute;ltimos dois a tr&ecirc;s anos, passei pela conhecida "noite escura da alma", tive in&uacute;meros desafios familiares, tomei das decis&otilde;es mais dif&iacute;ceis da minha vida, sa&iacute; do papel de "m&atilde;e da m&atilde;e" na pior altura poss&iacute;vel...&nbsp;</font><span style="color:rgb(63, 63, 63)">E no meio de tudo isto fui mantendo a f&eacute;, a energia, aumentei desporto e vitalidade, mantive total foco no meu trabalho, lancei um livro, fiz v&aacute;rias turmas do meu curso, ajudei dezenas, centenas de pessoas...</span><br /><font color="#3f3f3f">E quando, finalmente, tudo parecia estar mais calmo... um dos meus filhotes patudos, Kiko, pregou-me um susto daqueles...com um tumor silencioso que de repente, rebentou...&nbsp; E com tudo isto, tamb&eacute;m a minha dor rebentou... mas juntamente com a dor, tamb&eacute;m rebenta o amor.<br /><br />Nas diversas situa&ccedil;&otilde;es mais dif&iacute;ceis que vivi nestes &uacute;ltimos anos, muitas vezes, em puro desespero e catarse perguntava: "mas como &eacute; que eu vou lidar com isto Meu Deus??"....e a resposta, mesmo baixinha, l&aacute; no fundo, sempre vinha: com Amor.&nbsp;<br /><br />E de facto...muitas vezes a dor por vir com amor. A dor pode ser disputada pelo amor. E o amor pode precisamente desabrochar pela dor.&nbsp;<br /><br />Sinto que tenho vivido este paradoxo...porque afinal&nbsp;a dor e amor n&atilde;o est&atilde;o em campos opostos irreconcili&aacute;veis; pelo contr&aacute;rio, cruzam-se, alimentam-se e at&eacute; nascem um do outro. E enquanto sinto a dor da doen&ccedil;a do Kiko e dor da possibilidade de o perder, sinto tamb&eacute;m um amor que me invade e cresce tanto que chega mesmo, a doer.<br /><br />E com esta situa&ccedil;&atilde;o do meu Kiko, imediatamente me vulnerabilizei e pedi ajuda, pois de outra forma, muito provavelmente n&atilde;o o conseguiria salvar.<br /><br />E a ajuda, veio. De tantas formas. De tantos lugares. E de repente, dei por mim nas catarses de medo de perder o meu patuto, da dor de o ver assim e sem saber o que vir&aacute; a seguir...e surpresa com tudo o que me chegava, com l&aacute;grimas de muito amor e gratid&atilde;o, simultaneamente. E muito, por voc&ecirc;s. Por todos aqueles que contribu&iacute;ram, de uma forma ou de outra.<br /><br />Tenho reflectido muito sobre isto, tenho sentido muito, tudo isto. E se eu sou a pessoa que faz gestos que fazem a diferen&ccedil;a (e quem me conhece, conhece muitas dessas minhas hist&oacute;rias), desta vez, mergulho nas lembran&ccedil;as de pequenos gestos que algu&eacute;m teve para comigo e que se tornaram gigantes.&nbsp;<br /><br />Hoje, recordo pessoas comuns...e pequenos gestos...simpatia...e amor... Na verdade, nunca sabemos o impacto que podemos ter na vida das pessoas...ou que algumas pessoas tiveram na nossa vida...<br /><br />Porque h&aacute;&nbsp;pessoas que nos deixam marcas...que nos inspiram...impactam... que nos ensinam...que nos acolhem...que nos despertam... &Agrave;s vezes com palavras, outras vezes com pequenas ac&ccedil;&otilde;es...&agrave;s vezes s&oacute; com presen&ccedil;a... E n&atilde;o, n&atilde;o s&atilde;o gurus nem influencieres... S&atilde;o seres humanos, comuns, nutridos de empatia, compaix&atilde;o, intelig&ecirc;ncia emocional, amor e respeito...<br /><br />Hoje recordo algumas destas&nbsp;&nbsp;maravilhosas pessoas, que num simples momento me deixaram marcas para nunca mais esquecer...</font><ul><li><font color="#3f3f3f">Uma professora na secund&aacute;ria , que um dia, em vez de me dar uma li&ccedil;&atilde;o para eu decorar, perguntou-me o que eu pensava...quis saber a minha opini&atilde;o sobre o que ela ensinava... (infelizmente n&atilde;o recordo o seu nome)</font></li><li><font color="#3f3f3f">Um psiquiatra, num momento critico da minha vida em que a ele recorri, que em vez de me ver em 10min e prontamente me medicar, disse-me que queria em primeiro lugar, saber porque eu tinha chegado at&eacute; ele naquele estado... (para sempre Dr. Jo&atilde;o Br&aacute;s, onde quer que esteja&nbsp;)</font></li><li><font color="#3f3f3f">Uma senhora, caixa num hipermercado, que me reconheceu ap&oacute;s meses de eu ter interagido com ela para aliviar uma situa&ccedil;&atilde;o complicada que ocorria... Meses depois, viu-me, sorriu-me e disse: "ol&aacute;, que bom que voltou!"...</font></li><li><font color="#3f3f3f">Uma outra senhora de supermercado, mais velha de idade, com uma simpatia de destaque e que sempre nos olha nos olhos, cumprimenta, agradece e deseja um resto de bom dia... (n&atilde;o sei o seu nome, mas &eacute; no Aldi de Alfragide)</font></li><li><font color="#3f3f3f">Um casal de amigos, que num momento recente de muita dor e tristeza para mim, mandaram mensagem a perguntar se podiam aparecer, fazer companhia e trazer comida...&nbsp; e apareceram, porque muito mais do que as palavras, &eacute; a presen&ccedil;a. (S&oacute;nia &amp; Miguel&nbsp;)</font></li><li><font color="#3f3f3f">Um colega e amigo, osteopata, que me mandou o meu primeiro cliente h&aacute; quase 14 anos atr&aacute;s&nbsp;quando iniciei a pr&aacute;tica cl&iacute;nica terap&ecirc;utica e respondeu ao meu p&acirc;nico com um simples, carinhoso e bem assertivo: "Desemerda-te. &Eacute;s capaz."...(o extraordin&aacute;rio Dr. Francisco Areia&nbsp;)</font></li><li><font color="#3f3f3f">Uma amiga, que noutro momento devastador da minha vida, em vez de dizer como tantos "estou aqui" (mas depois n&atilde;o estavam), aparecia, tirava-me de casa, oferecia-me bilhetes para concertos...(S&oacute;nia...l&aacute; est&aacute;...a presen&ccedil;a...)</font></li><li><font color="#3f3f3f">Uma m&eacute;dica, que depois de me ajudar num tremendo sufoco com a minha m&atilde;e, enquanto eu lhe agradeci-a imenso, ela simplesmente me respondeu: "h&aacute; sempre um anjo em cada esquina minha querida"... (a &uacute;nica e extraordin&aacute;ria m&eacute;dica Dra Paula Nogueira)</font></li><li><font color="#3f3f3f">Um professor de medita&ccedil;&atilde;o, no in&iacute;cio da minha busca espiritual e de desenvolvimento pessoal, antes de sonhar ser terapeuta, quando eu queria desistir do curso porque n&atilde;o conseguia ver e sentir o que ele dizia para se ver e sentir na sua medita&ccedil;&atilde;o guiada...&nbsp;quando eu lhe disse, triste e frustrada, que n&atilde;o conseguia ver nada porque era ou estava bloqueada...ele tocou no meu bra&ccedil;o calmamente e simplesmente me respondeu: "isso n&atilde;o quer dizer que n&atilde;o consegue ver ou que &eacute; bloqueada; isso s&oacute; quer dizer que n&atilde;o pode ser guiada por mim como as outras pessoas"...(Carlos Marques)</font></li><li><font color="#3f3f3f">Uma amiga, que simplesmente esteve presente ao meu lado, no dia em que fui fazer um daqueles exames assustadores que tanto tememos pelo resultado (Sofia)</font></li><li><font color="#3f3f3f">Aquela amiga de crian&ccedil;a, a doida, a louca, a "bruxinha"... e que por mais tempo ou dist&acirc;ncia passe sem nos vermos, sempre que a "chamo", nunca, mas nunca me falta&nbsp;nos momentos de agonia (Lena)</font></li><li><font color="#3f3f3f">E aquela outra amiga, que te liga no dia da m&atilde;e e te pergunta como est&aacute;s...e eu, a passar por um tormento daqueles com a minha, respondo que n&atilde;o estou bem e que j&aacute; n&atilde;o aguento mais ver as fotos nas redes sociais a celebrar aquele dia,&nbsp;com tanta felicidade e tanta m&atilde;e... e ela responde do outro lado: "eu sei, por isso te liguei." (Sei que duas j&aacute; me fizeram isto, perdoem-me se me esque&ccedil;o ou baralho,,, mas acredito que tenha sido C&aacute;tia e M&oacute;)</font><br /></li><li><font color="#3f3f3f">Uma veterin&aacute;ria, que no momento em que me deu not&iacute;cias assustadoras e eu entrei em catarse emocional, n&atilde;o conseguia parar de chorar e preocupada porque o hospital estava cheio de situa&ccedil;&otilde;es cr&iacute;ticas disse lhe "desculpe, tem de ir ajudar outras pessoas e animais, mas eu n&atilde;o consigo parar de chorar, tem de ir trabalhar...", esta m&eacute;dica respondeu-me muito calmamente: "o meu trabalho agora &eacute; estar aqui consigo, s&oacute; isso "... (Dra In&ecirc;s Cabral)</font></li><li><font color="#3f3f3f">As assistentes e recepcionistas desse mesmo hospital veterin&aacute;rio, que tanto me escutaram, me acolheram tantas l&aacute;grimas e partilharam a minha dor... (Cec&iacute;lia, Isabel, F&aacute;tima...)</font></li><li><font color="#3f3f3f">Um empregado de comida take away, que me atendeu a cantar e com um sorriso rasgado, num dia muito duro e dif&iacute;cil para mim...</font></li><li><font color="#3f3f3f">Uma senhora, que hoje &eacute; como um anjo na minha vida, que me caiu do c&eacute;u para me ajudar a tratar da minha m&atilde;e, logo no in&iacute;cio me disse: "a tua m&atilde;e &eacute; como se fosse tamb&eacute;m minha m&atilde;e e &eacute; assim que eu vou trat&aacute;-la." E assim &eacute;. (Stella </font>&#10084;<font color="#3f3f3f">)</font></li><li><font color="#3f3f3f">Uma professora da secund&aacute;ria, que no momento do lan&ccedil;amento do meu livro, sentou-se para me pedir um aut&oacute;grafo, com um ramo de flores nas m&atilde;os e com os olhos em l&aacute;grimas e disse: "agora &eacute; a minha vez de aprender consigo!"... (Prof. F&aacute;tima Teles)</font></li><li><font color="#3f3f3f">Amigas, de longa data, cujo tempo nem a dist&acirc;ncia separa, com muitas diferen&ccedil;as, com algumas diverg&ecirc;ncias, que aparecem e est&atilde;o presentes sempre no derradeiro momento... (Susy, Cat, Carla&nbsp;)</font></li><li><font color="#3f3f3f">Outros amigos e amigas, mais distantes, daqueles que sempre conhecemos mas nem sequer nunca conseguimos privar assim tanto...e que de repente, naqueles momentos de cora&ccedil;&atilde;o apertado, aparecem, de fininho... &agrave;s vezes apenas com um pequeno e surpreendente &aacute;udio, curtinho, mas t&atilde;o cheio de amor, presen&ccedil;a, colo e conforto (...Rute...In&ecirc;s...)</font></li><li><font color="#3f3f3f">Algu&eacute;m, cuja identidade desconhe&ccedil;o, que me doou prontamente um valor substancial de tr&ecirc;s d&iacute;gitos, ao meu pedido de socorro e apoio para salvar o meu Kiko...(sem palavras...Gratid&atilde;o eterna&nbsp;</font>&#10084;&#10084;&#10084;<font color="#3f3f3f">)</font></li></ul><br /><font color="#3f3f3f">....Tenho a certeza que se me esfor&ccedil;asse um pouco mais, ia encontrar mais pessoas e hist&oacute;rias destas... (...tenho mais pessoas t&atilde;o importantes na minha vida...n&atilde;o vos vou identificar...at&eacute; porque fa&ccedil;o quest&atilde;o de expressar nas minhas rela&ccedil;&otilde;es o que sinto....por isso, desculpa se n&atilde;o te mencionei...mas saber&aacute;s se pertences....)<br />Todas estas pessoas s&atilde;o os verdadeiros professores, mestres e gurus. N&atilde;o vestem capas nem t&uacute;nicas. N&atilde;o s&atilde;o influencers. N&atilde;o fizeram o que fizeram por publicidade ou por outro tipo de retorno. Fizeram o que fizeram, porque &eacute; quem s&atilde;o.<br /><br />E sim, tamb&eacute;m teria eu - felizmente - muitas hist&oacute;rias para contar, de pequenas ac&ccedil;&otilde;es que fiz por outros, que tenho a certeza absoluta da diferen&ccedil;a que fiz... Mas este texto n&atilde;o &eacute; sobre mim, &eacute; sobre estes maravilhosos "outros".<br /><br />Obrigada a todos os que passam na vida uns dos outros e deixam presentes e marcas como estas&nbsp;</font>&#10084;<br /><br /><font color="#3f3f3f">Por um mundo melhor.<br />Mais amor.<br />Mais humanidade.<br />Mais empatia.<br />Mais compaix&atilde;o.<br />&#8203;Mais inspira&ccedil;&atilde;o.</font><br /><br /><span style="color:rgb(63, 63, 63)">Se te inspirei, ajudei ou impactei em algum momento e me quiseres aqui contar, partilha comigo que vou adorar.</span><br /><br /><br /><font color="#3f3f3f">#inspirar<br />#ajudar<br />#educar<br />#amor<br />#respeito<br />#humanidade<br />#compaixao<br />#empatia</font></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Não deixei de fumar: larguei a versão de mim que precisava do cigarro.]]></title><link><![CDATA[https://www.anasofiarodrigues.com/reflexotildees---sauacutede-e-desenvolvimento-pessoal/nao-deixei-de-fumar-larguei-a-versao-de-mim-que-precisava-do-cigarro]]></link><comments><![CDATA[https://www.anasofiarodrigues.com/reflexotildees---sauacutede-e-desenvolvimento-pessoal/nao-deixei-de-fumar-larguei-a-versao-de-mim-que-precisava-do-cigarro#comments]]></comments><pubDate>Sun, 20 Jul 2025 11:17:14 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.anasofiarodrigues.com/reflexotildees---sauacutede-e-desenvolvimento-pessoal/nao-deixei-de-fumar-larguei-a-versao-de-mim-que-precisava-do-cigarro</guid><description><![CDATA[       O dia em que deixei de fumar, foi o dia em que compreendi o que procurava em cada cigarro e tamb&eacute;m, do que fugia.&nbsp;Todo o v&iacute;cio &eacute; uma automedica&ccedil;&atilde;o, uma tentativa de resolver, silenciar, anestesiar ou compensar o verdadeiro problema. Todo o comportamento aditivo (tabaco, &aacute;lcool, drogas, comida, jogo, sexo...) tem por base algum problema, alguma dor, eventualmente um trauma e com certeza alguma car&ecirc;ncia...&nbsp;Quando questiono os meus cl [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.anasofiarodrigues.com/uploads/7/4/3/6/74364639/imagem-whatsapp-2025-07-20-s-12-28-47-a0a263f4_orig.jpg" alt="Fotografia" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph"><font color="#3f3f3f">O dia em que deixei de fumar, foi o dia em que compreendi o que procurava em cada cigarro e tamb&eacute;m, do que fugia.<br />&nbsp;<br />Todo o v&iacute;cio &eacute; uma automedica&ccedil;&atilde;o, uma tentativa de resolver, silenciar, anestesiar ou compensar o verdadeiro problema. Todo o comportamento aditivo (tabaco, &aacute;lcool, drogas, comida, jogo, sexo...) tem por base algum problema, alguma dor, eventualmente um trauma e com certeza alguma car&ecirc;ncia...&nbsp;<br /><br />Quando questiono os meus clientes o que procuram naquele comportamento, o que sentem ao faz&ecirc;-lo, que sensa&ccedil;&atilde;o ou emo&ccedil;&atilde;o conseguem alcan&ccedil;ar naqueles pequenos instantes de satisfa&ccedil;&atilde;o do desejo, no in&iacute;cio , raramente me sabem responder. Depois, com orienta&ccedil;&atilde;o come&ccedil;am a surgir respostas que variam desde "conforto, pausa, calma, alegria, for&ccedil;a, confian&ccedil;a, sil&ecirc;ncio..." - consoante cada pessoa e a sua pr&oacute;pria hist&oacute;ria.<br /><br />Descobrir o que procuramos nesse comportamento repetitivo e nocivo, pode ser a pista fundamental para descobrir o que nos falta ou queremos alcan&ccedil;ar. A quest&atilde;o seguinte a colocar &eacute;: e ser&aacute; esse v&iacute;cio, a &uacute;nica forma de alcan&ccedil;ar esse estado? Com certeza que n&atilde;o.<br /><br />Existem muitas outras formas de conseguir parar e alcan&ccedil;ar calma, de resgatar a nossa for&ccedil;a ou de sentir alegria, de nos sentirmos acolhidos, confortados, seguros...E este &eacute; o caminho que se faz nas sess&otilde;es de terapia: descobrir o que se procura e encontra no v&iacute;cio, olhar para a dor que est&aacute; por base dessa busca e comportamento, acolher e transformar em novos comportamentos mais conscientes, saud&aacute;veis e equilibrados.<br /><br />No meu caso, o cigarro simbolizava a pausa, o "parar". O momento em que dizia a mim mesma "preciso respirar" e l&aacute; ia acender um cigarro - quanta ironia&nbsp;&nbsp;<br /><br />Sedenta de viver e cheia de energia, pouco parava. Mas acima de tudo eu sabia, que o parar verdadeiramente, simbolizava tamb&eacute;m ir mais fundo. E assim foi. Parei de fumar num dos momentos mais dif&iacute;ceis da minha vida. E se j&aacute; mergulhava em mim e nas minhas dores de alma, deixar o tabaco foi como se eu dissesse ao universo ou &agrave; minha alma: "ok, estou pronta para sentir tudo." E senti. Foram tempos avassaladores, conhecidos por muitos pela "noite escura da alma" - que de noite, nada teve, pois foram anos a ver com muita luz toda a minha dor, toda a minha sombra.<br /><br />Ainda hoje estou a recuperar. Ainda hoje penso no que ser&aacute; que em mim morreu e no que de novo nasceu? O tempo dir&aacute;.<br /><br />Mas o tabaco, n&atilde;o voltar&aacute;.<br />Porque o afirmo desta forma? Porque ao longo da minha vida de fumadora parei v&aacute;rias vezes e dizia sempre "deixei de fumar". Mas desta vez, algo estranho aconteceu e em vez de dizer que parei de fumar, exclamei com convic&ccedil;&atilde;o "n&atilde;o sou fumadora". Ou seja, desindentifiquei-me, pura e simplesmente, com algu&eacute;m na fuma. Hoje e desde ent&atilde;o, olho para quem est&aacute; a fumar e penso "que estranho, como fiz aquilo durante tantos anos da minha vida?". Nunca mais senti o desejo, nem mesmo depois do caf&eacute; ou a acompanhar aquele copo de vinho no jantar de amigos. N&atilde;o parei. N&atilde;o deixei de fazer. Deixei de o ser.<br /><br />Lembro-me bem de, no in&iacute;cio da minha <em>noite escura da alma</em>, pensar: "sinto-me desidentificada com tudo" - era como se n&atilde;o conseguisse mais me identificar com as minhas pr&oacute;prias ac&ccedil;&otilde;es, comportamentos, at&eacute; com as minhas roupas e at&eacute; o cabelo, com pessoas e conv&iacute;vios habituais... H&aacute; algo de verdadeiramente assustador nesta fase, &eacute; certo. Mas tamb&eacute;m h&aacute; algo de m&aacute;gico e libertador que acontece.&nbsp;<br /><br />Nessa desidentifica&ccedil;&atilde;o, a Ana Sofia que fumava deixou de existir. Os cigarros deram lugar &agrave; dor que foi sendo acolhida, transformada e dissolvida ao longo do tempo - work (still) in progress... Deram tamb&eacute;m lugar a mais desporto e a mais pausas, sem culpas, sem esfor&ccedil;o e sem press&atilde;o.<br /><br />O Dr Gabor Mat&eacute; tem um trabalho absolutamente maravilhoso no que diz respeito aos v&iacute;cios e ao trauma. Ele diz "n&atilde;o perguntem <em>porqu&ecirc; o v&iacute;cio?</em>, mas <em>sim, porqu&ecirc; a dor</em>?" E foi precisamente atrav&eacute;s do trabalho de Gabor que eu pr&oacute;pria passei e ultrapassei todo este processo. Foi enquanto fazia um dos seus cursos, que integrei o simbolismo dos v&iacute;cios, que reflecti, mergulhei e senti sobre o que simbolizava o meu (v&iacute;cio); coloquei as quest&otilde;es necess&aacute;rias para que o meu inconsciente ficasse consciente (se &eacute; que posso dizer tal coisa) e naturalmente, num dos momentos mais dif&iacute;ceis da minha vida, simplesmente aconteceu: deixei de me identificar com o tabaco, deixei de ser fumadora, deixei de evitar parar, deixei de fugir &agrave; dor.<br /><br />E nem foi um acto premeditado. Como disse, simplesmente, aconteceu. Um dia acordei e n&atilde;o tinha cigarros. Era a passagem de ano, dia 1 de janeiro, portanto &agrave; minha volta estava tudo encerrado. Vasculhei a casa, as gavetas, os bolsos dos casacos. Fui ao carro duas vezes ver o <em>tablier</em>, ou no ch&atilde;o ou at&eacute; em baixo dos bancos. Mas na segunda volta ao carro, algo aconteceu... simplesmente parei, sorri e disse "ok, j&aacute; percebi!" E nunca mais fumei, nem pensei em fumar e acima de tudo, deixei mesmo de me identificar com algu&eacute;m que fuma.<br /><br />Hoje, ajudo quem me</font><span style="color:rgb(63, 63, 63)">&nbsp;procura no mesmo processo. N&atilde;o propriamente s&oacute; para largar o cigarro ou qualquer outro v&iacute;cio, mas acima de tudo, para se reencontrar. Para reconhecer a dor, acolh&ecirc;-la, transform&aacute;-la e devolver-lhe dignidade. Porque quando fazemos este caminho, eu acredito que o v&iacute;cio deixa de fazer sentido.</span><br /><br /><span style="color:rgb(42, 42, 42)">Ana Sofia Rodrigues&reg;</span><br /><span style="color:rgb(42, 42, 42)">Todos os direitos reservados&copy;</span><br /></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Quero ser inconsciente outra vez!]]></title><link><![CDATA[https://www.anasofiarodrigues.com/reflexotildees---sauacutede-e-desenvolvimento-pessoal/quero-ser-inconsciente-outra-vez]]></link><comments><![CDATA[https://www.anasofiarodrigues.com/reflexotildees---sauacutede-e-desenvolvimento-pessoal/quero-ser-inconsciente-outra-vez#comments]]></comments><pubDate>Thu, 10 Jul 2025 09:22:05 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.anasofiarodrigues.com/reflexotildees---sauacutede-e-desenvolvimento-pessoal/quero-ser-inconsciente-outra-vez</guid><description><![CDATA[       "Quero ser inconsciente outra vez!"...Esta foi a frase que eu pr&oacute;pria disse um dia, no decorrer da minha primeira fase de psicoterapia, no auge dos meus 20 e tal aninhos!&nbsp;Cheguei &agrave; consulta, meio que zangada, cruzei os bra&ccedil;os e exclamei: "Quero ser inconsciente outra vez! Isto &eacute; muito duro!"&#128534;Com um sorriso matreiro, a minha terapeuta respondeu:- Mas foi a Ana Sofia que escolheu... &#128580;(...Caramba... Detesto quando t&ecirc;m raz&atilde;o! &#129 [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.anasofiarodrigues.com/uploads/7/4/3/6/74364639/published/119448189-803414463763963-5295420683886955107-n-1.png?1752141963" alt="Fotografia" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph"><font color="#3f3f3f">"Quero ser inconsciente outra vez!"...<br />Esta foi a frase que eu pr&oacute;pria disse um dia, no decorrer da minha primeira fase de psicoterapia, no auge dos meus 20 e tal aninhos!&nbsp;Cheguei &agrave; consulta, meio que zangada, cruzei os bra&ccedil;os e exclamei: "Quero ser inconsciente outra vez! Isto &eacute; muito duro!"</font>&#128534;<br /><br /><font color="#3f3f3f">Com um sorriso matreiro, a minha terapeuta respondeu:<br />- <em>Mas foi a Ana Sofia que escolheu..</em>. &#128580;<br />(...Caramba... Detesto quando t&ecirc;m raz&atilde;o! &#129315; Voc&ecirc;s n&atilde;o??)<br /><br />E &eacute; verdade: fui eu que escolhi e &eacute; duro sim, "p'a d&eacute;d&eacute;u"<em>!</em><br /><br />Tomar consci&ecirc;ncia, assumir a responsabilidade, &eacute; mesmo duro. Encarar a realidade deste mundo e as nossas pr&oacute;prias sombras. &Eacute; que j&aacute; n&atilde;o d&aacute; para culpar s&oacute; o outro...(...ora bolas...uma chatice!...)<br /><br />Hoje, numa consulta online, surgiu este tema e muito rimos juntos (eu e o cliente) com esta realidade. Porque &agrave;s vezes mais vale mesmo rir desta montanha russa emocional.&nbsp;<br /><br />Sim, &eacute; mesmo duro... e por vezes d&aacute; vontade de j&aacute; n&atilde;o querer saber mais, de voltar a ser inconsciente - como se isso fosse poss&iacute;vel. Apetece mais &agrave;s vezes desaprender, do que aprender. E &agrave;s vezes...quanto mais aprendemos, parece que cada vez menos sabemos...&#129763;&#128514;<br /><br />&Eacute; um caminho sem volta.<br />E &eacute; um caminho para a vida.<br /><br />Quem me conhece de longa data, sabe bem como sempre fui muito alienada de tantos temas comuns e mundanos. Nunca vi muitos telejornais ou novelas. Vivia no "meu mundinho". E de certa forma, ainda tento nele viver, mas sendo imposs&iacute;vel fugir &agrave; realidade e ao que fui descobrindo - dentro e fora de mim.<br /><br />Infelizmente, o actual mundo, muito convida &agrave; desconex&atilde;o e &agrave; desinforma&ccedil;&atilde;o - o que &eacute; no m&iacute;nimo caricato, pois nunca tivemos acesso a tanta informa&ccedil;&atilde;o, a tanta terapia, a tanto conhecimento. Neste momento, duvido de quase tudo o que me chega pois est&aacute; mais do que comprovado, o quanto &eacute; poss&iacute;vel hoje em dia, criar hist&oacute;rias para serem verdades absolutas, incutir pensamentos, moldar comportamentos. A comunica&ccedil;&atilde;o social, &eacute; actualmente um dos grandes poderes do mundo e at&eacute; direi, uma das grandes armas do mundo. E sabendo isso, procuro me informar atrav&eacute;s de fontes independentes que n&atilde;o sejam financiadas e beneficiadas por tantos outros poderes que governam este mundo. E "<em>assim (&eacute;) na terra como no c&eacute;u</em>", ou seja, tanto nos temas mais sociais e terrenos, como no mundo do desenvolvimento pessoal e da espiritualidade, procuro n&atilde;o me influenciar pelas grandes massas, desconfio e fujo das frases feitas,&nbsp; n&atilde;o sigo gurus de nada.&#8203;<br /><br />Por isso sim, &agrave;s vezes d&aacute; mesmo vontade de dizer "chega!, vou largar tudo e voltar &agrave; santa ignor&acirc;ncia.!.."&nbsp;</font>&#128519;<br /><font color="#3f3f3f">Mas como diz o outro "s&oacute; que n&atilde;o!" . J&aacute; n&atilde;o d&aacute;. J&aacute; vi. J&aacute; senti. J&aacute; acordei. J&aacute; iniciei, h&aacute; tanto tempo, o caminho...E agora&hellip; s&oacute; te resta continuar.&nbsp;Com mais consci&ecirc;ncia, mais filtro, mais verdade &mdash; e, se poss&iacute;vel, tamb&eacute;m com mais gargalhadas no caminho.&nbsp;<br /><br />Porque ser consciente d&oacute;i&hellip;<br />Mas ser inconsciente d&oacute;i muito mais.</font><br /><br /><span style="color:rgb(42, 42, 42)">Ana Sofia Rodrigues&reg;</span><br /><span style="color:rgb(42, 42, 42)">Todos os direitos reservados&copy;</span><br /><br /></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Não herdaste só os genes. Herdaste os hábitos.]]></title><link><![CDATA[https://www.anasofiarodrigues.com/reflexotildees---sauacutede-e-desenvolvimento-pessoal/nao-herdaste-so-os-genes-herdaste-os-habitos]]></link><comments><![CDATA[https://www.anasofiarodrigues.com/reflexotildees---sauacutede-e-desenvolvimento-pessoal/nao-herdaste-so-os-genes-herdaste-os-habitos#comments]]></comments><pubDate>Tue, 08 Jul 2025 11:34:40 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.anasofiarodrigues.com/reflexotildees---sauacutede-e-desenvolvimento-pessoal/nao-herdaste-so-os-genes-herdaste-os-habitos</guid><description><![CDATA[       &Eacute;&hellip; lamento informar&hellip; mas n&atilde;o herdaste s&oacute; os genes &mdash; herdaste os h&aacute;bitos.&nbsp;Predisposi&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; senten&ccedil;a.Sabes aquelas frases que se ouvem vezes sem conta?&ldquo;Ah, &eacute; de fam&iacute;lia.&rdquo;&ldquo;Sou diab&eacute;tica, mas o meu pai tamb&eacute;m &eacute;.&rdquo;&ldquo;Sou ansiosa, mas j&aacute; vem de fam&iacute;lia.&rdquo;&ldquo;Tenho colesterol alto, mas &eacute; gen&eacute;tico.&rdquo;Estas  [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.anasofiarodrigues.com/uploads/7/4/3/6/74364639/capas-modulos-18_orig.jpg" alt="Fotografia" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph"><font color="#3f3f3f">&Eacute;&hellip; lamento informar&hellip; mas n&atilde;o herdaste s&oacute; os genes &mdash; herdaste os h&aacute;bitos.&nbsp;Predisposi&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; senten&ccedil;a.</font><br /><font color="#3f3f3f">Sabes aquelas frases que se ouvem vezes sem conta?<br />&ldquo;Ah, &eacute; de fam&iacute;lia.&rdquo;<br />&ldquo;Sou diab&eacute;tica, mas o meu pai tamb&eacute;m &eacute;.&rdquo;<br />&ldquo;Sou ansiosa, mas j&aacute; vem de fam&iacute;lia.&rdquo;<br />&ldquo;Tenho colesterol alto, mas &eacute; gen&eacute;tico.&rdquo;</font><br /><font color="#3f3f3f">Estas frases aparecem constantemente nos meus acompanhamentos, como se fossem carimbos de destino. Mas&hellip; ser&aacute; mesmo? Ser&aacute; que a gen&eacute;tica &eacute; uma senten&ccedil;a?<br />Lamento, mas n&atilde;o acredito nisso. E a minha pr&aacute;tica cl&iacute;nica confirma: vejo padr&otilde;es familiares que mant&ecirc;m doen&ccedil;as &mdash; mas tamb&eacute;m vejo pessoas perfeitamente saud&aacute;veis com um historial familiar carregado.</font><br /><font color="#3f3f3f">Ent&atilde;o&hellip; o que faz a diferen&ccedil;a?</font><br /><font color="#3f3f3f">Sim, h&aacute; condi&ccedil;&otilde;es gen&eacute;ticas reais. Claro. Mas a maioria das doen&ccedil;as actuais n&atilde;o s&atilde;o gen&eacute;ticas.<br />O peso real da hereditariedade &eacute; muito menor do que o impacto dos teus comportamentos e rotinas di&aacute;rias.</font><br /><font color="#3f3f3f">S&atilde;o o que chamo de doen&ccedil;as do estilo de vida.<br />Ambientais. Emocionais. Comportamentais.</font><br /><font color="#3f3f3f">Mais do que herdar genes, herdas h&aacute;bitos: alimenta&ccedil;&atilde;o desequilibrada, padr&otilde;es emocionais, formas reativas de lidar com o stress, sedentarismo, m&aacute; qualidade de sono, desidrata&ccedil;&atilde;o, aus&ecirc;ncia de limites, desconex&atilde;o do corpo &mdash; e por a&iacute; fora.</font><br /><font color="#3f3f3f">Claro que h&aacute; uma predisposi&ccedil;&atilde;o. Mas repara: predisposi&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; senten&ccedil;a &mdash; &eacute; um alerta.</font><br /><font color="#3f3f3f">Se continuas a repetir os padr&otilde;es nocivos que conheces da tua fam&iacute;lia, a probabilidade de desenvolveres as mesmas doen&ccedil;as &eacute; enorme. Quase garantida.<br />Mas&hellip; e se mudares?<br />E se aprenderes novas rotinas?<br />Se fizeres novas escolhas, alterares comportamentos, aprenderes a reconhecer e gerir as tuas emo&ccedil;&otilde;es, nutrires o teu corpo com alimentos reais e saud&aacute;veis?<br />Se come&ccedil;ares a impor limites, a honrar o teu corpo e as tuas necessidades?</font><br /><font color="#3f3f3f">O teu corpo n&atilde;o &eacute; um acaso biol&oacute;gico.<br />&Eacute; o reflexo das tuas escolhas di&aacute;rias.</font><br /><font color="#3f3f3f">Sim, mudar pode ser desafiante. Leva o seu tempo. Mas n&atilde;o precisas de mudar tudo de um dia para o outro.<br />Mudar um pouco todos os dias&hellip; pode mudar tudo.</font><br /><font color="#3f3f3f">&#10024; O convite?<br />Sair do papel de v&iacute;tima da gen&eacute;tica e assumir a responsabilidade e a autoria da tua sa&uacute;de.</font><br /><font color="#3f3f3f">&#128273; Palavras-chave para aprofundar este caminho:<br />Autocuidado &bull; Autoconhecimento &bull; Terapia &bull; Alimenta&ccedil;&atilde;o &bull; Gest&atilde;o Emocional<br />&#8203;</font><br /><br /><span style="color:rgb(42, 42, 42)">Ana Sofia Rodrigues&reg;</span><br /><span style="color:rgb(42, 42, 42)">Todos os direitos reservados&copy;</span></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Nem tudo o que brilha cura. Nem tudo o que cura brilha.]]></title><link><![CDATA[https://www.anasofiarodrigues.com/reflexotildees---sauacutede-e-desenvolvimento-pessoal/nem-tudo-o-que-brilha-cura-nem-tudo-o-que-cura-brilha]]></link><comments><![CDATA[https://www.anasofiarodrigues.com/reflexotildees---sauacutede-e-desenvolvimento-pessoal/nem-tudo-o-que-brilha-cura-nem-tudo-o-que-cura-brilha#comments]]></comments><pubDate>Thu, 03 Jul 2025 21:01:52 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.anasofiarodrigues.com/reflexotildees---sauacutede-e-desenvolvimento-pessoal/nem-tudo-o-que-brilha-cura-nem-tudo-o-que-cura-brilha</guid><description><![CDATA[       Num mundo cada vez mais "unicorniano", cheio de rituais e f&oacute;rmulas m&aacute;gicas, vale a pena recordar as palavras de Carl Jung:"N&atilde;o h&aacute; despertar de consci&ecirc;ncia sem dor.&nbsp;As pessoas far&atilde;o de tudo &mdash; at&eacute; ao absurdo &mdash; para n&atilde;o enfrentar a pr&oacute;pria alma.Ningu&eacute;m se torna iluminado por imaginar luz, mas por se tornar consciente da escurid&atilde;o."Portanto&hellip; lamento informar:O incenso que queimas n&atilde;o te  [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.anasofiarodrigues.com/uploads/7/4/3/6/74364639/capas-modulos-17_orig.jpg" alt="Fotografia" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph"><font color="#3f3f3f">Num mundo cada vez mais "<em>unicorniano</em>", cheio de rituais e f&oacute;rmulas m&aacute;gicas, vale a pena recordar as palavras de Carl Jung:<br /><br /><em>"N&atilde;o h&aacute; despertar de consci&ecirc;ncia sem dor.&nbsp;As pessoas far&atilde;o de tudo &mdash; at&eacute; ao absurdo &mdash; para n&atilde;o enfrentar a pr&oacute;pria alma.<br />Ningu&eacute;m se torna iluminado por imaginar luz, mas por se tornar consciente da escurid&atilde;o."</em><br /><br />Portanto&hellip; lamento informar:<br />O incenso que queimas n&atilde;o te faz espiritual.<br />Os mantras n&atilde;o apagam emo&ccedil;&otilde;es &ldquo;menos bonitas&rdquo;.<br />Os vazios n&atilde;o se preenchem com mil cursos.<br />E nem ecoar &ldquo;gratid&atilde;o&rdquo; a toda a hora&hellip; dissolve a tua sombra.<br /><br />Tornares-te terapeuta n&atilde;o apaga as tuas feridas emocionais.<br /><br />Os rituais de nada servem se n&atilde;o te trabalhares.<br />Os cursos de nada servem se n&atilde;o os aplicares em ti.<br />Espiritualidade &eacute; na dia-a-dia, na pr&aacute;tica. Come&ccedil;a em ti, e dentro.<br /><br />E j&aacute; agora:<br />&bull; Retiros n&atilde;o s&atilde;o terapia.<br />&bull; Influencers n&atilde;o s&atilde;o terapeutas.<br />&bull; E s&oacute; porque mil pessoas fazem, n&atilde;o significa que seja verdade, saud&aacute;vel ou consciente.<br /><br />Sim, h&aacute; um certo deslumbramento no in&iacute;cio do caminho do autoconhecimento, da espiritualidade, do desenvolvimento pessoal. &Eacute; normal.&nbsp;Mas n&atilde;o te iludas: o caminho da consci&ecirc;ncia &eacute; exigente.<br /><br />Olhar para dentro d&oacute;i.&nbsp;N&atilde;o vais encontrar s&oacute; unic&oacute;rnios.<br />H&aacute; le&otilde;es que rugem quando tocas na ferida.<br />Serpentes que resistem a mudar de pele.<br />Camale&otilde;es que se camuflam.<br /><br />E sim, tamb&eacute;m h&aacute; borboletas.<br /><br />Mas n&atilde;o esque&ccedil;as que a maravilhosa borboleta nasce de uma lagarta.<br />A lagarta precisa do casulo e passa pela metamorfose.<br />E a metamorfose n&atilde;o vem com purpurinas nem playlists zen.<br /><br />Crescer d&oacute;i.&nbsp;Mas evitar a dor&hellip; d&oacute;i muito mais.<br /><br /><em>"Posso dar-te a m&atilde;o. Mas o caminho &eacute; sempre teu.</em>"<br />Que te guiem para te tornares quem &eacute;s --<br />e n&atilde;o para encaixares num qualquer gui&atilde;o.<br /><br />Ana Sofia Rodrigues&copy;<br />Todos os direitos reservados&reg;</font></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Há uma linha que separa...o que é meu, do que é do outro...]]></title><link><![CDATA[https://www.anasofiarodrigues.com/reflexotildees---sauacutede-e-desenvolvimento-pessoal/ha-uma-linha-que-separao-que-e-meu-do-que-e-do-outro]]></link><comments><![CDATA[https://www.anasofiarodrigues.com/reflexotildees---sauacutede-e-desenvolvimento-pessoal/ha-uma-linha-que-separao-que-e-meu-do-que-e-do-outro#comments]]></comments><pubDate>Mon, 23 Jun 2025 09:49:02 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.anasofiarodrigues.com/reflexotildees---sauacutede-e-desenvolvimento-pessoal/ha-uma-linha-que-separao-que-e-meu-do-que-e-do-outro</guid><description><![CDATA[       Discernir o que &eacute; meu, do que &eacute; do outro.&nbsp;Considero este discernimento absolutamente fundamental para o nosso bem-estar, sa&uacute;de mental e equil&iacute;brio.Quando fazemos a escolha de olhar para dentro e assumir a responsabilidade de quem somos, colocamo-nos facilmente em causa. Pelo menos, eu confesso: ponho-me muitas vezes - se n&atilde;o sempre - em causa. Coloco sempre a pergunta, at&eacute; que ponto, o que aconteceu, o que me disseram ou fizeram, tem responsa [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.anasofiarodrigues.com/uploads/7/4/3/6/74364639/published/capas-modulos-15.jpg?1750673363" alt="Fotografia" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph"><font color="#3f3f3f"><strong>Discernir o que &eacute; meu, do que &eacute; do outro.&nbsp;</strong>Considero este discernimento absolutamente fundamental para o nosso bem-estar, sa&uacute;de mental e equil&iacute;brio.<br /><br />Quando fazemos a escolha de olhar para dentro e assumir a responsabilidade de quem somos, colocamo-nos facilmente em causa. Pelo menos, eu confesso: ponho-me muitas vezes - se n&atilde;o sempre - em causa. Coloco sempre a pergunta, at&eacute; que ponto, o que aconteceu, o que me disseram ou fizeram, tem responsabilidade minha. E se tem, qual &eacute;. Pergunto-me muitas vezes "isto &eacute; meu?" Ou outra pergunta fundamental &eacute; "o que quer isto dizer sobre mim?"...<br /><br />Perguntas estas que muitos dos meus clientes tanto ouvem, que lhes coloco durante a terapia... Mas que tamb&eacute;m as fa&ccedil;o para mim e sobre mim, sempre.<br /><br />O caminho da responsabilidade &eacute; por vezes &aacute;rduo. E o caminho da verdade &eacute; por vezes cruel e tantas vezes, injusto. "Como assim a verdade &eacute; injusta?" - n&atilde;o &eacute; a verdade que &eacute; injusta, &eacute; conseguir viver em verdade, dentro da nossa pr&oacute;pria hist&oacute;ria, assumindo as nossas dores, enfrentando os conflitos familiares e numa sociedade desiquilibrada que normaliza a injusti&ccedil;a, o que &eacute; grave e tantas vezes, mentira.<br /><br />Sendo Terapeuta, acresce ainda mais para mim responsabilidade de colocar estas quest&otilde;es e procurar estas resposta - acresce, para todo e qualquer terapeuta, na minha opini&atilde;o. S&oacute; posso ajudar o outro se fizer o mesmo caminho. Costumo dizer que eu sou o meu principal objecto de estudo. No entanto, fazer este caminho, n&atilde;o significa obviamente n&atilde;o ter problemas, n&atilde;o ter feridas emocionais, n&atilde;o ter desafios, como qualquer ser humano. O Terapeuta &eacute; em primeiro lugar, um Ser Humano. E por isso acresce a responsabilidade de olhar para dentro e fazer o caminho que se "prega" ao outro.<br /><br />Mas n&atilde;o h&aacute; isen&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o &eacute; porque estudei e exer&ccedil;o esta actividade que estou isenta dos problemas e desafios da vida.&nbsp;<br /><br />Muitas vezes, espera-se que o Terapeuta seja perfeito - e tantas vezes, &eacute; mesmo o terapeuta que vende essa imagem de ser perfeito. Mas felizmente, n&atilde;o &eacute;. A perfei&ccedil;&atilde;o cabe num gui&atilde;o. A imperfei&ccedil;&atilde;o, na humanidade.&nbsp;<br /><br />O problema, n&atilde;o &eacute; ter problemas. O problema, &eacute; ter problemas e n&atilde;o os reconhecer, culpar tudo e todos por esses problemas, sem nunca se questionar.&nbsp;<br /><br />Que eu tenha sempre a coragem de me questionar, a capacidade de reconhecer e discernir o que a mim me pertence e a serenidade de aceitar, o que por fim eu descobrir.<br /><br />#verdade<br />#terapia<br />#terapeuta<br />#discernimento<br /><br />Ana Sofia Rodrigues&copy;</font></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Prefiro ser...]]></title><link><![CDATA[https://www.anasofiarodrigues.com/reflexotildees---sauacutede-e-desenvolvimento-pessoal/prefiro-ser]]></link><comments><![CDATA[https://www.anasofiarodrigues.com/reflexotildees---sauacutede-e-desenvolvimento-pessoal/prefiro-ser#comments]]></comments><pubDate>Sun, 22 Jun 2025 14:51:46 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.anasofiarodrigues.com/reflexotildees---sauacutede-e-desenvolvimento-pessoal/prefiro-ser</guid><description><![CDATA[ 	 		 			 				 					 						          					 								 					 						  Prefiro uma verdade, ainda que dura, nua e crua, a uma mentira...Prefiro uma certeza que doa, a uma incerteza que corroa...Prefiro o genu&iacute;no e original, &agrave;s c&oacute;pias, &agrave;s modas, aos rebanhos onde tudo &eacute; sempre igual...Prefiro ousar pensar por mim, do que apenas obedecer a algo ou algu&eacute;m...Prefiro sentir antes de decidir, do que ignorar o cora&ccedil;&atilde;o e simplesmente&nbsp;   					 					 [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-multicol"><div class="wsite-multicol-table-wrap" style="margin:0 -15px;"> 	<table class="wsite-multicol-table"> 		<tbody class="wsite-multicol-tbody"> 			<tr class="wsite-multicol-tr"> 				<td class="wsite-multicol-col" style="width:45.67526555387%; padding:0 15px;"> 					 						  <div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:0px;margin-left:0px;margin-right:0px;text-align:left"> <a> <img src="https://www.anasofiarodrigues.com/uploads/7/4/3/6/74364639/published/imagem-whatsapp-2025-06-22-s-15-53-27-c30cbb53.jpg?1750604213" alt="Fotografia" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>   					 				</td>				<td class="wsite-multicol-col" style="width:54.32473444613%; padding:0 15px;"> 					 						  <div class="paragraph"><span style="color:rgb(0, 0, 0)">Prefiro uma verdade, ainda que dura, nua e crua, a uma mentira...</span><br /><span style="color:rgb(0, 0, 0)">Prefiro uma certeza que doa, a uma incerteza que corroa...</span><br /><span style="color:rgb(0, 0, 0)">Prefiro o genu&iacute;no e original, &agrave;s c&oacute;pias, &agrave;s modas, aos rebanhos onde tudo &eacute; sempre igual...</span><br /><span style="color:rgb(0, 0, 0)">Prefiro ousar pensar por mim, do que apenas obedecer a algo ou algu&eacute;m...</span><br /><span style="color:rgb(0, 0, 0)">Prefiro sentir antes de decidir, do que ignorar o cora&ccedil;&atilde;o e simplesmente&nbsp;</span></div>   					 				</td>			</tr> 		</tbody> 	</table> </div></div></div>  <div class="paragraph"><span style="color:rgb(0, 0, 0)">deixar-me ir...</span><br /><span style="color:rgb(0, 0, 0)">Prefiro ser diferente, do que me perder na multid&atilde;o...</span><br /><span style="color:rgb(0, 0, 0)">Prefiro a rebeldia &agrave; cobardia...</span><br /><span style="color:rgb(0, 0, 0)">Prefiro questionar e duvidar, do que me enrolar em verdades absolutas...</span><br /><span style="color:rgb(0, 0, 0)">Prefiro ser um ser humano imperfeito, a ser perfeitamente artificial...</span><br /><span style="color:rgb(0, 0, 0)">Prefiro dizer um n&atilde;o, em respeito por mim, do que um sim apenas para agradar o outro...</span><br /><span style="color:rgb(0, 0, 0)">Prefiro seguir os meus valores e princ&iacute;pios, a perder-me de mim mesma pelo caminho...</span><br /><span style="color:rgb(0, 0, 0)">Prefiro o desequil&iacute;brio do ser, ao desequil&iacute;brio do ter...</span><br /><br /><span style="color:rgb(0, 0, 0)">Com certeza j&aacute; me perdi. E voltarei a perder-me... Mas a beleza est&aacute; em retomar o caminho, levando tudo o que aprendi e redescobrindo, uma vez mais, quem posso ser. E mesmo perdida pelas ruas e ruelas da vida, que nunca me perca de mim nem da minha ess&ecirc;ncia.</span><br /><br /><span style="color:rgb(0, 0, 0)">Porque tudo isto d&aacute; trabalho. E traz desafios. Mas para mim, s&oacute; assim faz sentido. E s&oacute; assim pode ser.</span><br /><br /><a href="https://www.instagram.com/explore/tags/respeito/">#respeito</a><br /><a href="https://www.instagram.com/explore/tags/coer%C3%AAncia/">#coer&ecirc;ncia</a><br /><a href="https://www.instagram.com/explore/tags/humanidade/">#humanidade</a><br /><a href="https://www.instagram.com/explore/tags/verdade/">#verdade</a><br /><a href="https://www.instagram.com/explore/tags/ser/">#ser</a><br /><br /><span>Ana Sofia Rodrigues&copy;</span></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Ousar ser inteiro...]]></title><link><![CDATA[https://www.anasofiarodrigues.com/reflexotildees---sauacutede-e-desenvolvimento-pessoal/a-raiva-pode-ser-boa-e-a-generosidade-ma]]></link><comments><![CDATA[https://www.anasofiarodrigues.com/reflexotildees---sauacutede-e-desenvolvimento-pessoal/a-raiva-pode-ser-boa-e-a-generosidade-ma#comments]]></comments><pubDate>Mon, 16 Jun 2025 12:40:01 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.anasofiarodrigues.com/reflexotildees---sauacutede-e-desenvolvimento-pessoal/a-raiva-pode-ser-boa-e-a-generosidade-ma</guid><description><![CDATA[       Disseram-nos...A raiva &eacute; feia.A tristeza &eacute; para fracos.A impulsividade &eacute; m&aacute;.A generosidade &eacute; boa.No entanto...A raiva serve para te defenderes, reconheceres e aplicar os teus limites.A tristeza serve para superares situa&ccedil;&otilde;es bem dif&iacute;ceis como por exemplo um luto (e n&atilde;o necessariamente a morte f&iacute;sica, mas tamb&eacute;m um luto de uma rela&ccedil;&atilde;o, de uma situa&ccedil;&atilde;o).A impulsividade serve para agires  [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.anasofiarodrigues.com/uploads/7/4/3/6/74364639/capas-modulos-16_orig.jpg" alt="Fotografia" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph"><font color="#3f3f3f">Disseram-nos...<br />A raiva &eacute; feia.<br />A tristeza &eacute; para fracos.<br />A impulsividade &eacute; m&aacute;.<br />A generosidade &eacute; boa.<br /><br />No entanto...<br />A raiva serve para te defenderes, reconheceres e aplicar os teus limites.<br />A tristeza serve para superares situa&ccedil;&otilde;es bem dif&iacute;ceis como por exemplo um luto (e n&atilde;o necessariamente a morte f&iacute;sica, mas tamb&eacute;m um luto de uma rela&ccedil;&atilde;o, de uma situa&ccedil;&atilde;o).<br />A impulsividade serve para agires rapidamente em situa&ccedil;&otilde;es cr&iacute;ticas e de urg&ecirc;ncia (por exemplo, vais na rua e v&ecirc;s um acidente...quem vai de imediato ajudar, ligar para o 112, ver o que pode fazer? Exato: &eacute; o impulsivo. O passivo est&aacute; de m&atilde;os na cabe&ccedil;a a observar)...<br />A generosidade, juntamente com passividade e aus&ecirc;ncia de limites, serve para te perderes de ti mesmo, anulando-te, em prol de apenas agradar, servir o outro.<br /><br />Ent&atilde;o...<br />A raiva pode ser boa.<br />A tristeza pode ser fundamental.<br />Ser impulsivo pode ser a solu&ccedil;&atilde;o.<br />Ser generoso em demasia pode ser prejudicial.<br /><br />At&eacute; porque...<br />A raiva contida vai provocar dor de cabe&ccedil;a, enxaquecas, problemas visuais e menstruais...<br />A tristeza n&atilde;o expressa pode adoecer os teus pulm&otilde;es e esgotar a tua energia vital...<br />A impulsividade que recusas pode estar a ferver contida no teu corpo e na verdade e na volta, at&eacute; pode ser utilizada se forma ben&eacute;fica...<br />E a generosidade...se for s&oacute; para os outros e n&atilde;o te contemplar, n&atilde;o vai ser generosa com o teu corpo e vai adoec&ecirc;-lo, provavelmente inflamando-o ou originando doen&ccedil;as auto imunes....<br /><br />Agora&hellip;<br />Ent&atilde;o vamos todos andar aos gritos, ou a chorar constantemente, agir sem pensar, ou deixar de oferecer (ajuda, coisas, o que for)&hellip;? Claro que n&atilde;o!<br />Tudo passa por nos conhecermos, reconhecermos as nossas emo&ccedil;&otilde;es e necessidades, procurando formas de lidar mais conscientes, saud&aacute;veis e sobretudo, equilibradas. No momento certo, na propor&ccedil;&atilde;o certa e da forma correcta, todas as emo&ccedil;&otilde;es ou caracter&iacute;sticas podem ser boas - tal como todas as que consideras supostamente boas, na volta, at&eacute; podem ser m&aacute;s...<br /><br />Tenho vindo a observar que a maioria das pessoas recusa uma parte de si. E eu j&aacute; estive a&iacute;. A minha for&ccedil;a escondia as minhas inseguran&ccedil;as, a mulher firme escondia a sua crian&ccedil;a, o bom humor camuflava as inseguran&ccedil;as, por detr&aacute;s da raiva impedia de aceder a uma tamanha tristeza&hellip; Precisei de me confrontar com o meu lado menos bonito &ndash; diziam, - para me apaziguar, me equilibrar, ressignificar e sobretudo, aceitar-me no todo que sou.<br />Pois se recusava parte de mim, n&atilde;o me aceitava, respeitava e amava na verdade.<br /><br />Portanto&hellip;<br />Quando recusas uma parte de ti - porque n&atilde;o &eacute; bonita, ou porque d&oacute;i, ou porque a sociedade n&atilde;o gosta - est&aacute;s a recusar quem &eacute;s - no todo que realmente &eacute;s.<br />E na verdade, nada disso te define: Tu n&atilde;o &eacute;s a raiva, nem a tristeza, tal como n&atilde;o &eacute;s a impulsividade. Tu sentes raiva e tristeza. Tu ages com impulsividade. N&atilde;o &eacute; quem tu &eacute;s. N&atilde;o te define. E se n&atilde;o &eacute; a tua ess&ecirc;ncia, &eacute; s&oacute; uma forma de sentir e agir, que, com caminho de consci&ecirc;ncia, com vontade e honestidade, poder&aacute;s aprender a gerir melhor e at&eacute; a dan&ccedil;ar com tais emo&ccedil;&otilde;es e caracter&iacute;sticas.<br /><br />A dan&ccedil;a da vida n&atilde;o &eacute; isenta do que d&oacute;i ou do que algu&eacute;m te disse um dia que n&atilde;o era bonito... A dan&ccedil;a da vida tem melodias maravilhosas e estrondos avassaladores, &eacute; feita de slows apaixonantes e de fados profundos e intensos. Por vezes &eacute; um sambinha leve, outras um valente rock que faz estremecer. Passa pelos cl&aacute;ssicos, visita o inesperado, e &agrave;s vezes termina num transe desconcertante... E, ainda que nem todos os ritmos sejam os teus favoritos, cada um deles tem o seu lugar, no seu momento... Cabe-te sentir e deixar que cada melodia encontre a sua express&atilde;o no palco &uacute;nico que &eacute;s.</font><font color="#3f3f3f"><br /><br />#oteucorpofala<br />#anasofiarodrigues</font><br /><br /><span style="color:rgb(63, 63, 63)">Ana Sofia Rodrigues&copy;</span><br /><span style="color:rgb(63, 63, 63)">Todos os direitos reservados&copy;</span><br /><br /></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[A arte subtil de saber pedir e aceitar ajuda]]></title><link><![CDATA[https://www.anasofiarodrigues.com/reflexotildees---sauacutede-e-desenvolvimento-pessoal/pedir-ou-nao-pedir-aceitar-ou-nao-aceitar-ajuda]]></link><comments><![CDATA[https://www.anasofiarodrigues.com/reflexotildees---sauacutede-e-desenvolvimento-pessoal/pedir-ou-nao-pedir-aceitar-ou-nao-aceitar-ajuda#comments]]></comments><pubDate>Tue, 10 Jun 2025 22:04:23 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.anasofiarodrigues.com/reflexotildees---sauacutede-e-desenvolvimento-pessoal/pedir-ou-nao-pedir-aceitar-ou-nao-aceitar-ajuda</guid><description><![CDATA[       Quando n&atilde;o pedes e n&atilde;o aceitas ajuda, poder&aacute;s estar a fazer alguma destas coisas:1) a esgotar-te fazendo tudo sozinha quando poderias ter algum apoio e divis&atilde;o de tarefas2) a assumir que tudo s&oacute; depende e s&oacute; pode ser feito unicamente por ti&nbsp;3) a impedir o outro de te ajudar4) a diminuir o outro ao dizer "deixa que eu fa&ccedil;o"5) a mentir a ti e ao outro quando respondes "n&atilde;o &eacute; preciso"6) a adoecer o teu corpo...&nbsp;Observo  [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.anasofiarodrigues.com/uploads/7/4/3/6/74364639/capas-modulos-14_orig.jpg" alt="Fotografia" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph"><font color="#2a2a2a">Quando n&atilde;o pedes e n&atilde;o aceitas ajuda, poder&aacute;s estar a fazer alguma destas coisas:<br />1) a esgotar-te fazendo tudo sozinha quando poderias ter algum apoio e divis&atilde;o de tarefas<br />2) a assumir que tudo s&oacute; depende e s&oacute; pode ser feito unicamente por ti&nbsp;<br />3) a impedir o outro de te ajudar<br />4) a diminuir o outro ao dizer "deixa que eu fa&ccedil;o"<br />5) a mentir a ti e ao outro quando respondes "n&atilde;o &eacute; preciso"<br />6) a adoecer o teu corpo...<br />&nbsp;<br />Observo tudo isto nos meus acompanhamentos. &Eacute; t&atilde;o interessante...&nbsp;<br />&nbsp;<br />Certa vez, com uma cliente com muitos problemas de sa&uacute;de como um quadro oncol&oacute;gico e obesidade grave, ela relatava-me enraivecida, uma situa&ccedil;&atilde;o que tinha ocorrido em casa, antes mesmo dela sair para a nossa consulta e como estava n&atilde;o s&oacute; zangada, mas exausta. Contava que ningu&eacute;m a ajudou a fazer v&aacute;rias coisas em casa, desde o almo&ccedil;o, &agrave; arruma&ccedil;&atilde;o ou limpeza. Existiam neste cen&aacute;rio mais duas pessoas, al&eacute;m dela. Perguntei a determinada altura se lhes tinha pedido ajuda, ao que me respondeu furiosa "Eles veem! Eles sabem que preciso de ajuda!"... Devolvi a possibilidade do cen&aacute;rio de eles n&atilde;o saberem, de precisarem que lhes fosse pedido, que h&aacute; pessoas que s&atilde;o proactivas e outras, n&atilde;o. Que podiam estar distra&iacute;dos, cansados... Coloquei v&aacute;rios cen&aacute;rios, apenas para tentar perceber, at&eacute; que ponto esta mulher n&atilde;o pedia mesmo ajuda.<br />Mais &agrave; frente, continuando no seu relato, diz-me mais baixinho e entre dentes: "bom, na verdade eles &agrave;s vezes at&eacute; oferecem ajuda...". Surpresa por esta revela&ccedil;&atilde;o, questionei: "ent&atilde;o e quando assim &eacute;, o que responde?". Preparados para o grande final? Ela responde: "deixem estar que eu fa&ccedil;o"!...<br /><br />N&atilde;o&hellip;! Esperem! Afinal este ainda n&atilde;o era o grande final...ainda h&aacute; um final maior.&nbsp;<br /><br />Claro que, com esta resposta da minha cliente, espontaneamente me saiu uma ligeira gargalhada misturada com um ralhete! Devolvi-lhe o cen&aacute;rio que me acabava de contar: "Portanto, est&aacute; exausta e zangada porque n&atilde;o tem ajuda, que nunca pede e quando lhe oferecem, voc&ecirc; recusa. &Eacute; isso?"...&nbsp;<br />Agora sim, o final maior: "&Eacute; que se eles fizerem, eu vou l&aacute; a seguir e refa&ccedil;o tudo de novo porque n&atilde;o sabem fazer bem."<br />Ora bem.... e resumindo: "Ent&atilde;o afinal est&aacute; exausta e zangada porque n&atilde;o tem ajuda - que nunca pede - e quando lhe oferecem, voc&ecirc; recusa e n&atilde;o deixa mais ningu&eacute;m fazer porque s&oacute; voc&ecirc; &eacute; que sabe fazer bem. &Eacute; isso?"...&nbsp;<br />Riu-se.<br />E de seguida ainda perguntei: "E afinal, com quem est&aacute; mesmo zangada?"<br />Passou do riso para as l&aacute;grimas e respondeu: " Comigo".<br />...<br />Quantas vezes reclamamos de tudo e de todos sem avaliar a nossa pr&oacute;pria responsabilidade na situa&ccedil;&atilde;o?<br />N&atilde;o &eacute; porque sabemos e conseguimos fazer sozinhos que o temos de fazer.<br />Os perigos do controle excessivo e da perfei&ccedil;&atilde;o s&atilde;o in&uacute;meros. Quando queremos tudo perfeito &agrave; nossa medida, precisamos lembrar que o que &eacute; supostamente perfeito &eacute; s&oacute; aos nossos olhos e n&atilde;o aos olhos dos outros. Quando queremos tudo &uacute;nica e exclusivamente &agrave; nossa maneira, estamos a desrespeitar, a negligenciar, a ignorar e anular o outro. Quando recusamos a ajuda porque n&atilde;o gostamos como o outro faz, estamos de certa forma a dizer que n&oacute;s fazemos melhor. E dependendo da pessoa que est&aacute; do outro lado, isto pode ser bem complicado de integrar. Podemos activar e refor&ccedil;ar inseguran&ccedil;as em algu&eacute;m que j&aacute; d&uacute;vida se &eacute; suficiente, se &eacute; bom, se faz algo bem...<br />Tive por perto v&aacute;rias pessoas com estas caracter&iacute;sticas, sobretudo, da perfei&ccedil;&atilde;o. E devi dizer tamb&eacute;m que &eacute; realmente irritante, quando t&ecirc;m sempre algo a acrescentar, a dizer, a melhorar - porque a verdade, &eacute; que nem sempre t&ecirc;m.&nbsp;<br /><br />E claro, o excesso de tarefas e actividades, de preocupa&ccedil;&otilde;es e responsabilidades, negligenciando as nossas necessidades e emo&ccedil;&otilde;es, em estados constantes de stress cr&oacute;nico e irritabilidade, adoece o nosso corpo f&iacute;sico - e disto eu n&atilde;o tenho d&uacute;vida absolutamente nenhuma.<br /><br />E j&aacute; agora: receber, &eacute; receber. Ou seja, se recusas receber ajuda, observa tamb&eacute;m o que te queixas na vida que n&atilde;o tens, n&atilde;o recebes. Se est&aacute;s fechada ao receber ajuda, poder&aacute;s estar fechada a receber outras coisas.<br /><br /><br />Ana Sofia Rodrigues&reg;<br />Todos os direitos reservados&copy;</font></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Cada caso é um caso: o que faz a diferença no resultado clínico?]]></title><link><![CDATA[https://www.anasofiarodrigues.com/reflexotildees---sauacutede-e-desenvolvimento-pessoal/cada-caso-e-um-caso-o-que-faz-a-diferenca-no-resultado-clinico]]></link><comments><![CDATA[https://www.anasofiarodrigues.com/reflexotildees---sauacutede-e-desenvolvimento-pessoal/cada-caso-e-um-caso-o-que-faz-a-diferenca-no-resultado-clinico#comments]]></comments><pubDate>Fri, 13 Dec 2024 19:43:05 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.anasofiarodrigues.com/reflexotildees---sauacutede-e-desenvolvimento-pessoal/cada-caso-e-um-caso-o-que-faz-a-diferenca-no-resultado-clinico</guid><description><![CDATA[&#8203;Sabem aquela bela frase que n&atilde;o me canso de repetir "cada caso, &eacute; um caso"? Hoje trago-vos dois, completamente distintos, sobretudo no seu resultado.         Ontem, terminei o acompanhamento com uma cliente, por n&atilde;o estarmos a alcan&ccedil;ar os resultados que gostar&iacute;amos.&nbsp;A verdade &eacute; que n&atilde;o, nem todas as pessoas respondem da mesma forma &agrave; minha abordagem, claro. E n&atilde;o, nem todas as pessoas t&ecirc;m resultados incr&iacute;veis [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="paragraph"><span>&#8203;Sabem aquela bela frase que n&atilde;o me canso de repetir "cada caso, &eacute; um caso"? Hoje trago-vos dois, completamente distintos, sobretudo no seu resultado.</span></div>  <div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.anasofiarodrigues.com/uploads/7/4/3/6/74364639/published/banners-3.jpg?1734119512" alt="Fotografia" style="width:435;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph">Ontem, terminei o acompanhamento com uma cliente, por n&atilde;o estarmos a alcan&ccedil;ar os resultados que gostar&iacute;amos.&nbsp;<br /><br />A verdade &eacute; que n&atilde;o, nem todas as pessoas respondem da mesma forma &agrave; minha abordagem, claro. E n&atilde;o, nem todas as pessoas t&ecirc;m resultados incr&iacute;veis com a Acupuntura. E n&atilde;o, n&atilde;o &eacute; s&oacute; a Acupuntura que faz ou n&atilde;o efeito - existem in&uacute;meros factores que influenciam os sintomas das pessoas e como tal, in&uacute;meros factores melhoram ou agravam determinada sintomatologia.<br /><br />A cliente de ontem n&atilde;o teve os resultados esperados. Realiz&aacute;mos 5 tratamentos e a melhoria foi muito residual. De referir que o estilo de vida actual desta cliente &eacute; de elevado stress e responsabilidade, m&aacute; alimenta&ccedil;&atilde;o, falta de estabilidade estrutural com in&uacute;meras mudan&ccedil;as de casa. Opt&aacute;mos assim por terminar o acompanhamento, com total consci&ecirc;ncia daquilo que j&aacute; aprendi h&aacute; muito tempo: eu n&atilde;o vou conseguir ajudar a 100%, 100% dos meus pacientes. E est&aacute; tudo bem.<br /><span>&nbsp;</span><br />De referir ainda que, os resultados que n&atilde;o foram alcan&ccedil;ados, diziam respeito aos sintomas f&iacute;sicos. Ao n&iacute;vel de consci&ecirc;ncia, um importante trabalho aconteceu durante as sess&otilde;es e hoje, esta cliente tem uma consci&ecirc;ncia sobre o seu corpo, o seu estilo de vida e a sua sa&uacute;de, que n&atilde;o tinha. A pr&oacute;pria cliente reconheceu este feito.&nbsp;<br /><br />Para compensar...<br /><br />Hoje, vi pela segunda vez uma cliente antiga, que regressou apenas o m&ecirc;s passado &agrave;s consultas, ap&oacute;s aus&ecirc;ncia de v&aacute;rios anos. Com um vasto historial preocupante, esta cliente tem elevado excesso de peso, in&uacute;meras queixas, sintomas, patologias, do foro nervoso, g&aacute;strico, intestinal, hormonal e respirat&oacute;rio. &Eacute; j&aacute; com diagn&oacute;sticos de doen&ccedil;as cr&oacute;nicas.&nbsp;<br /><br />Apenas com uma consulta e tratamento, teve melhorias significativas em 80% das suas queixas. E isto &eacute; um caminho, porque um longo trabalho ainda existe por fazer, face ao agravamento da sa&uacute;de desta pessoa que, infelizmente, levou muitos anos sem se cuidar e sem pedir ajuda. No entanto, est&aacute;, finalmente empenhada e tem procurado implementar as minhas sugest&otilde;es na sua rotina di&aacute;ria, nomeadamente sobre a alimenta&ccedil;&atilde;o. Al&eacute;m disso, s&oacute; com um tratamento viu melhoras nas queixas digestivas, intestinais, no seu metabolismo e no seu sono.<br /><br />&Eacute; por estas e por outras, que eu simplesmente adoro o que fa&ccedil;o e considero-me uma aben&ccedil;oada por ser munida deste conhecimento e experi&ecirc;ncia, por puder ajudar os outros desta forma.<br /><br />Sempre com a consci&ecirc;ncia de que&nbsp;ningu&eacute;m consegue resultados a 100% para 100% das pessoas. &Eacute; s&oacute; imposs&iacute;vel. Se vos disserem isso, bom, poder&aacute; tratar-se de um vendedor e n&atilde;o de um terapeuta&nbsp;&#128526;<br /><br />Ana Sofia Rodrigues<br />Todos os direitos reservados&copy;</div>]]></content:encoded></item></channel></rss>